>>PAGINA INICIAL

 


Bento XVI: Com os penitentes "o diálogo da salvação" a exemplo do Cura D'Ars

Cidade do Vaticano, 11 mar (SIR) - Diante da "perda do sentido do pecado" e da "crise" do "sacramento da penitência" é preciso restaurara com os penitentes o "diálogo de salvação" seguindo o exemplo de Santo Cura de Ars, e "fazer do confessionário" também um "lugar em que se 'mora' por mais tempo". É a exortação dirigida esta manhã por Bento XVI aos participantes do curso promovido pela Penitenciaria apostólica, recebidos em audiência. Lembrando que o curso "se insere, providencialmente, no Ano sacerdotal" celebrado no 150º aniversário da morte de São João Maria Vianney, o Papa re-propôs a "ação heróica e fecunda" deste sacerdote francês de viver o ministério da reconciliação e "o método do 'diálogo de salvação' que nele se deve desenvolver". "Vivemos num contexto cultural marcado pela mentalidade hedonista e relativista, que visa apagar Deus do horizonte da vida, não favorecer adquirir um panorama claro dos valores de referência e não ajuda discernir o bem do mal e a amadurecer um justo sentido do pecado", explicou o Pontífice; um círculo viciosos entre apagamento da experiência de Deus e a perda do sentido do pecado" que "tornam ainda mais urgente o serviço de administradores da misericórdia divina". "Nas condições de liberdade em que hoje", bem diferente da época do Cura de Ars, "é possível exercer o ministério sacerdotal, é necessário - lembrou Bento XVI - que os sacerdotes" vivam com entusiasmo a "própria resposta à vocação" para poder "despertar nos fiéis o sentido do pecado, para animar e despertar o desejo do perdão de Deus". É necessário, acrescentou o Papa, "voltar ao confessionário, como lugar no qual celebrar o sacramento da reconciliação, mas também como lugar onde 'morar' por mais tempo, para que o fiel possa encontrar misericórdia, conselho e conforto". A "crise" do "sacramento da penitência" questiona "primeiramente os sacerdotes" e "lhes pede se dedicarem generosamente à escuta das confissões sacramentais; de orientar com coragem o rebanho, para que não se deixe levar pela mentalidade deste mundo". Por isso "é importante que o sacerdote tenha uma permanente tensão ascética, alimentada pela comunhão com Deus , e se dedique a uma constante atualização no estudo da teologia moral e das ciências humanas". "São João Maria Vianney - concluiu Bento XVI - sabia criar com os penitentes um verdadeiro 'diálogo de salvação', apresentado a beleza e a grande da bondade de Deus". É tarefa do sacerdote "favorecer esta experiência".

Fonte: www.catolicos.com


www.dehonianosmar.com © 2010
 

 

© 2009 - Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus
Dehonianos no Mranhão, 40 anos neste chão!